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domingo, 17 de abril de 2011

TRABALHADOR DE LUZ (FIREWORK - KATE PERRY)




A IDENTIDADE DO TRABALHADOR DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz são almas que possuem o forte desejo interior de difundir Luz (conhecimento, liberdade e amor) sobre a Terra. Eles sentem isso como sua missão. São freqüentemente atraídos para a espiritualidade e para algum tipo de trabalho terapêutico. Devido ao seu profundo sentimento de missão, os Trabalhadores da Luz sentem-se diferentes de outras pessoas. Ao experimentarem diferentes tipos de obstáculos em seus caminhos, a vida os estimula a encontrar seu caminho próprio, único. Os Trabalhadores da Luz quase sempre são indivíduos solitários que não se adaptam às estruturas sociais estabelecidas.

Uma observação sobre o conceito de “Trabalhador da Luz”:

A expressão “Trabalhador da Luz” pode provocar mal-entendidos, já que diferencia um grupo particular de almas, do resto. Além disso, pode parecer sugerir que este grupo particular é, de algum modo, superior aos outros, por exemplo, àqueles “não Trabalhadores da Luz”. Toda esta linha de pensamento está em desacordo com a própria natureza e objetivo do trabalho da Luz. Permitam-nos expor brevemente o que há de errado nisso.
Primeiro, pretensões de superioridade geralmente não são iluminadas. Elas bloqueiam seu crescimento em direção a uma consciência livre e amorosa.

Segundo, os Trabalhadores da Luz não são “melhores” nem “superiores” a ninguém. Eles simplesmente têm uma história diferente daquela dos que não pertencem a este grupo. Graças a esta história peculiar, que discutiremos mais adiante, eles têm certas características psicológicas que os distinguem como um grupo.

Terceiro, toda alma chega a ser um Trabalhador da Luz em determinada etapa do seu desenvolvimento. Portanto, a qualificação “Trabalhador da Luz” não está reservada para um número limitado de almas.

A razão pela qual utilizamos o termo “Trabalhador da Luz” – apesar dos possíveis mal-entendidos – é porque ela traz associações e agita memórias dentro de vocês que os ajuda a recordar. Também há uma conveniência prática, já que este termo é freqüentemente usado em sua literatura espiritual corrente.

RAÍZES HISTÓRICAS DOS TRABALHADORES DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz trazem consigo a habilidade de alcançar o despertar espiritual mais rapidamente que outras pessoas. Eles carregam sementes internas para um rápido despertar espiritual. Por causa disso, parecem estar numa via mais rápida que a maioria das pessoas, se assim escolhem. Mais uma vez, isto não acontece porque os Trabalhadores da Luz sejam de algum modo almas “melhores” ou “superiores”. No entanto, eles são mais velhos que a maioria das almas encarnadas na Terra atualmente. Esta idade “mais velha” deve ser entendida, de preferência, em termos de “experiência”, mais que de “tempo”.

Os Trabalhadores da Luz alcançaram um estágio particular de iluminação, antes de encarnarem na Terra e começarem sua missão. Eles escolheram conscientemente envolver-se na “roda cármica da vida” e experimentar todas as formas de confusão e ilusão que fazem parte dela.

Fizeram isto para compreender completamente “a experiência da Terra”. Isto lhes permitirá cumprir sua missão. Só passando, eles mesmos, por todos os estágios de ignorância e ilusão, é que eles possuirão finalmente as ferramentas para ajudar os outros a alcançar um estado de verdadeira felicidade e iluminação.

Por que os Trabalhadores da Luz perseguem esta missão sincera de ajudar a humanidade, mesmo correndo o risco de se perderem, durante eras, na densidade e confusão da vida terrestre? Esta é uma questão da qual nos ocuparemos extensivamente mais adiante. Agora, diremos apenas que isto tem de ver com um tipo de carma galáctico.

Os Trabalhadores da Luz presenciaram a véspera do nascimento da humanidade na Terra. Eles fizeram parte da criação do homem. Foram co-criadores da humanidade. Durante o processo de criação, eles fizeram escolhas e agiram de formas que mais tarde vieram a lhes causar um profundo arrependimento. Eles estão aqui agora para reparar suas decisões de então.

Antes de entrarmos nesta história, citaremos algumas características das almas Trabalhadoras da Luz, que geralmente as distinguem de outras pessoas. Estes traços psicológicos não pertencem exclusivamente aos Trabalhadores da Luz e nem todos os Trabalhadores da Luz os reconhecerão como seus. Ao apresentarmos esta lista, simplesmente queremos dar um esboço da identidade psicológica dos Trabalhadores da Luz. Quanto às características, o comportamento exterior é menos importante do que as motivações internas ou intenções sentidas. O que vocês sentem por dentro é mais importante do que o que mostram externamente.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS DOS TRABALHADORES DA LUZ
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Desde cedo em suas vidas, eles sentem que são diferentes. Quase sempre, sentem-se isolados dos outros, solitários e incompreendidos. Freqüentemente tornam-se individualistas e têm que encontrar seus próprios caminhos na vida
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Eles têm dificuldade para se sentir à vontade em empregos tradicionais e/ou em estruturas burocratas. Os Trabalhadores da Luz são naturalmente antiautoritários, o que significa que resistem naturalmente às decisões ou valores baseados somente em poder ou hierarquia. Este traço de antiautoritarismo está presente mesmo entre os que parecem tímidos e envergonhados. Ele está relacionado com a própria essência da missão deles aqui na Terra.
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Os Trabalhadores da Luz sentem-se atraídos para ajudar as pessoas, como terapeutas ou como professores. Podem ser psicólogos, curadores, professores, enfermeiros, etc. Mesmo que a sua profissão não esteja diretamente relacionada com ajudar pessoas, sua intenção de contribuir para o bem-estar da humanidade está claramente presente.
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Sua visão da vida é colorida por um sentido espiritual de como todas as coisas estão relacionadas umas com as outras. Consciente ou inconscientemente, eles levam dentro de si memórias de esferas de luz não terrestres. Podem – ocasionalmente – sentir saudades dessas esferas de luz e sentir-se como um estranho na Terra.
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Honram e respeitam profundamente a vida, o que freqüentemente se manifesta como afeição pelos animais e preocupação com o meio ambiente. A destruição de partes do reino animal ou vegetal na Terra pela ação do homem evoca neles profundos sentimentos de perda e aflição.
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São bondosos, sensíveis e empáticos. Podem sentir-se incômodos ao se defrontarem com um comportamento agressivo e geralmente têm dificuldade para se defender. Podem ser sonhadores, ingênuos ou profundamente idealistas, assim como insuficientemente “enraizados”, isto é, não ter os pés na terra. Como eles têm facilidade para captar sentimentos e humores (negativos) das pessoas que os rodeiam, é importante que possam, regularmente, passar algum tempo a sós. Isto lhes permite distinguir entre seus próprios sentimentos e os das outras pessoas. Necessitam de momentos de solidão para recuperar a própria base e estar em contato com a mãe Terra.
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Eles viveram muitas vidas na Terra, nas quais estiveram profundamente envolvidos com a espiritualidade e/ou religião. Estiveram presentes, em grande número, nas velhas ordens religiosas do seu passado, como monges, monjas, ermitães, psíquicos, bruxas, xamãs, sacerdotes, sacerdotisas, etc. Foram os que construíram uma ponte entre o visível e o invisível, entre o contexto diário da vida terrestre e os reinos misteriosos de pós-vida, de Deus e dos espíritos do bem e do mal. Por desempenharem este papel, muitas vezes eles foram renegados e perseguidos. Muitos de vocês foram sentenciados à fogueira devido aos dons que possuíam. Os traumas das perseguições deixaram profundas marcas na memória de suas almas. Isso pode manifestar-se atualmente como medo de estar completamente enraizado, isto é, medo de estar realmente presente, porque vocês se lembram de terem sido brutalmente atacados por serem quem eram. 

PERDER-SE : O PERIGO PARA O TRABALHADOR DA LUZ

Os Trabalhadores da Luz podem estar presos nos mesmos estados de ignorância e ilusão que qualquer outra pessoa. Embora comecem de um ponto de partida diferente, a capacidade deles para romper o medo e a ilusão, com o propósito de alcançar a iluminação, pode ser bloqueada por muitos fatores. (Por iluminação, queremos dizer o estado no qual vocês compreendem que são essencialmente da Luz, capazes de escolher a luz em qualquer momento).

Um dos fatores que bloqueiam o caminho da iluminação para os Trabalhadores da Luz é o fato de terem uma pesada carga cármica, que pode levá-los a se extraviarem por bastante tempo. Como afirmamos anteriormente, esta carga cármica está relacionada com decisões que eles tomaram com relação à humanidade em suas etapas iniciais. Foram decisões essencialmente desrespeitosas para com a vida. Todos os Trabalhadores da Luz que vivem agora desejam corrigir alguns de seus erros passados e recuperar e cuidar do que foi destruído por causa disso.

Quando os Trabalhadores da Luz completarem seu caminho através da carga cármica, isto é, quando liberarem todo tipo de necessidade de poder, compreenderão que são essencialmente seres de luz. Isso lhes permitirá ajudar outras pessoas a achar seu próprio ser verdadeiro. Mas primeiro eles mesmos têm que passar por esse processo, o que geralmente exige grande determinação e perseverança no nível interno. Devido aos valores e julgamentos neles incutidos pela sociedade, os quais freqüentemente vão contra seus próprios impulsos naturais, muitos Trabalhadores da Luz se perderam, terminando em estados de desconfiança de si mesmos, auto-negação e, inclusive, depressão e desesperança. Isto porque eles não conseguem se adaptar à ordem estabelecida e concluem que deve haver algo de terrivelmente errado com eles.

O que os Trabalhadores da Luz têm que fazer, neste ponto, é deixar de procurar validação externa, através de pais, amigos ou da sociedade. Em algum momento, você (que está lendo isto) terá que dar o salto para a verdadeira autorização, o que significa realmente acreditar em si mesmo e verdadeiramente honrar suas inclinações naturais e seu conhecimento interior, agindo de acordo com eles. Nós o convidamos a fazer isso e lhe asseguramos que estaremos com você em cada passo do caminho – exatamente como você, num futuro não distante, estará aí para ajudar outros em seu caminho.


sábado, 16 de abril de 2011

PITÁGORAS DE SAMOS

"O que fala, semeia - o que escuta, recolhe".

Pitágoras nasceu em Samos pelos anos 571-70 a.C e foi o fundador da escola pitagórica. Em 532-31 foi para a Itália, na Magna Grécia, e fundou em Crotona, colônia grega, uma associação científico-ético-política, que foi o centro de irradiação da escola e encontrou partidários entre os gregos da Itália meridional e da Sicília. Pitágoras aspirava fazer com que a educação ética da escola se ampliasse e se tornasse reforma política; isto, porém, levantou oposições contra ele e foi constrangido a deixar Crotona, mudando-se para Metaponto, aí morrendo provavelmente em 497-96 a.C.

Segundo o pitagorismo, a essência, o princípio essencial de que são compostas todas as coisas, é o número, ou seja, as relações matemáticas. Os pitagóricos, não distinguindo ainda bem forma, lei e matéria, substância das coisas, consideraram o número como sendo a união de um e outro elemento. Da racional concepção de que tudo é regulado segundo relações numéricas, passa-se à visão fantástica de que o número seja a essência das coisas.

Em primeiro lugar, e acima de tudo, estava a crença de Pitágoras na existência da alma. Ele também acreditava na transmigração, ou metempsicose, das almas dos indivíduos, mesmo entre diferentes espécies. Dentre as religiões de mistério naquela época, o orfismo teve enorme difusão: o culto de Dioniso, originário da Trácia, e que passou a constituir o núcleo dessa religião, que primeiro teria recebido a revelação de certos mistérios e os teria confiado a iniciados sob a forma de poemas musicais; era uma religião essencialmente esotérica.

Assim, a alma aspiraria, por sua própria natureza, a retornar à sua pátria celeste, às estrelas, de onde caíra. Para libertar-se, porém, do ciclo das reencarnações, o homem necessitaria da ajuda de Dioniso, deus libertador que completava a libertação preparada pelas práticas catárticas (entre as quais se incluía a abstinência de certos alimentos).

Este conceito filosófico foi atribuído a Pitágoras por Platão, em sua obra Fédon (que relata os momentos que antecederam a morte de Sócrates pela ingestão de cicuta). Não se pode deixar de ressaltar a importância deste conceito na história das religiões.

A fascinação da Escola pelos números deve-se ao seu fundador. A maior descoberta de Pitágoras foi a dependência dos intervalos musicais de certas razões aritméticas existentes entre cordas de comprimentos diferentes, igualmente esticadas. Por exemplo, uma corda com o dobro do comprimento de outra emite a mesma nota musical, mas uma oitava acima, isto é, mais aguda.

Tal fato contribuiu decisivamente para cristalizar a idéia de que “todas as coisas são números, ou podem ser representadas por números”. Em sua obra Metafísica, Aristóteles afirma que os números representavam na filosofia de Pitágoras o que os quatro elementos (Terra – Ar – Fogo – Água) representaram no simbolismo de outros sistemas religiosos. De acordo com este princípio, todo o universo poderia ser reduzido a uma ”escala musical e a um número”. Assim, coisas tangíveis e intangíveis, poderiam ser identificadas com diferentes números. Os próprios números, sendo ímpares e pares, ou limitados e ilimitados, de acordo com Aristóteles, se constituíam na primeira definição das noções de forma e de matéria.

Os números um e dois encabeçavam a lista dos dez primeiros pares de opostos fundamentais, dos quais os oito pares seguintes eram “um” e “muitos”, “direita e esquerda”, “masculino e feminino”, “repouso e movimento”, “reto e curvo”, “luz e escuridão”, “bom e mau” e “quadrado e oblongo”. Esta era a filosofia do dualismo metafísico e moral, através da qual se chegou ao princípio que via o universo como a harmonia dos opostos, no qual “o um” gerou toda a serie de números existentes.

Assim, a música e a crença na Pátria Estelar, (originalmente associados à Astrologia da Babilônia) são os pontos de união entre o conteúdo religioso da filosofia de Pitágoras com os estudos matemáticos e científicos realizados mais tarde pela ala científica de sua Escola. O primeiro a apresentar um sistema compreensivo foi Filolaus, um de seus discípulos.


Obra: Os versos de ouro de Pitágoras - A Escola de Atenas – Rafaello Sanzio

Fonte: Coleção Os Pensadores, Os Pré-socráticos  -  Abril Cultural;
www.mundodosfilosofos.com.br;
historiadafilosofia.wordpress.com

terça-feira, 12 de abril de 2011

ENSINAMENTOS DE BHAGAVAD-GITA

O texto abaixo é a transcrição de um trecho do segundo capítulo de BHAGAVAD-GITA; o texto hindu, escrito em sânscrito, considerado o mais antigo registro Teofilosófico, relata o diálogo de Krishna com Arjuna (seu discípulo guerreiro) em pleno campo de batalha. Arjuna representa o papel de uma alma confusa sobre seu dever, e recebe iluminação diretamente do Senhor Krishna, que o instrui na ciência da auto-realização (mestria).

O espírito, pelo qual o universo todo está impregnado, é indestrutível. Ninguém pode destruir o Espírito imperecível.

O corpo físico do que é eterno, imutável e incompreensível Espírito, é mortal. O Espírito (Atma) é imortal. Portanto, enquanto guerreiro, você deve lutar, Ó Arjuna.

Aquele que pensa que o Espírito é morto, e aquele que pensa que o Espírito mata, ambos são ignorantes, porque o Espírito nunca mata nem é morto.

O Espírito nunca nasce e nem morre em qualquer tempo; nunca vem a ser ou cessa de existir. Ele é não nascido, eterno, permanente e originário. Ele não se extingue quando o corpo se extingue.

Ó Arjuna, como pode uma pessoa que pensa que o Espírito é indestrutível, eterno, não nascido e imutável, matar alguém ou fazer com que alguém seja morto?

As pessoas se encontram e se despedem deste mundo como duas peças de madeira, flutuando rio abaixo, reunindo-se e se separando uma das outras. O sábio que conhece que o corpo é mortal e que o espírito é imortal não tem nada do que se lamentar.

Nada pode ferir alguém se a mente for treinada para resistir o impulso do par de opostos (dualidade) - alegria e tristeza; prazer e dor; perda e ganho. O mundo fenomênico não pode existir sem o par de opostos. Bem e mal, dor e prazer sempre irão existir. O universo é um playground designado por Deus para as entidades vivas. Ele escolhe dois para jogar um jogo. O jogo não pode continuar se os pares de opostos forem totalmente eliminados. Alguém pode sentir alegria antes, mas conhecerá a tristeza depois. Ambas as experiências, positiva e negativa, são necessárias para o nosso crescimento espiritual. A cessação da dor traz o prazer, e a cessação do prazer resulta em dor. Deste modo, a dor nasce do útero do prazer. A paz nasce do útero da guerra. A tristeza existe por causa da existência do desejo de felicidade. Quando o desejo de felicidade desaparece, desaparece a tristeza. Tristeza e somente o prelúdio para a felicidade e vice e versa. Mesmo a alegria de ir para o Paraíso é seguida pela tristeza de retornar para a Terra; portanto, os objetos materiais não devem ser a meta da vida humana. Se alguém escolhe o prazer material é como abandonar o néctar escolhendo o veneno.

A mudança é uma lei da natureza - mudança do verão para o inverno, da primavera para o outono, da Luz da lua cheia para a escuridão da Lua nova. Nenhuma dor ou prazer duram para sempre. O prazer vai à busca da dor, e a dor é seguida de novo pelo prazer. Refletindo sobre isto, aprende-se a tolerar os golpes do tempo com paciência, e não apenas se aprende a sofrer, mas também a esperar, a receber, e alegrar-se com ambos, alegria bem como as tristezas da vida. Semeando a semente da esperança no solo da tristeza. Procure seu caminho na escuridão da noite da adversidade com a tocha das escrituras e a fé em Deus. Ali não será oportuno se não existir problemas.

 Einstein disse: "A oportunidade descansa no meio das dificuldades".

"O sábio sinceramente deve saudar o prazer e a dor, alegria e tristeza, sem desencorajar-se".

"Dois tipos de pessoas são felizes neste mundo: Aqueles que são completamente ignorantes e aqueles que são verdadeiramente sábios. Todos os outros são infelizes"

Muita paz, muita luz...

Fred Domingos.

Obra: A Carruagem de Arjuna
Essa imagem está localizada sobre um portal às margens do Ganges