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O objetivo deste Blog é a interação entre as mais variadas formas de Arte, Consciência através do conhecimento e a busca por um crescimento Espiritual, em um aprendizado através da realização das obras e vida de seus autores.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

OS DOIS GRUPOS DE GUERREIROS


Havia dois grupos de guerreiros em um certo lugar no planeta Terra. Cada grupo sabia dos novos presentes divinos na Nova Era, e cada grupo era constituído de guerreiros da luz. Eles compreendiam seu contrato e sabiam que havia forças trevosas trabalhando que gostariam de impedi-los de completar suas metas pessoais. Então eles clamaram a Deus pelos presentes da nova energia e cada guerreiro recebeu seu pacote como solicitado.

Cada pacote dado aos guerreiros era muito pessoal, e cada um continha três itens: uma espada, um escudo e uma armadura. A espada representava a verdade e nunca poderia ser quebrada. A verdade é pura e a espada oferecia uma defesa perfeita contra as investidas dos inimigos. O escudo representava o conhecimento – conhecimento das fraquezas do inimigo e conhecimento de milênios de arquivos dos antigos. Nenhuma energia podia penetrar o escudo pois ele desarmava segredos e conspirações. Segredos e conspirações não podem existir à luz do conhecimento, porque seu poder depende do lugar sombrio da ignorância. A armadura representava o "manto do espírito de Deus". Esta era a sabedoria da consciência espiritual que dava aos homens o sentimento de "pedaços de Deus" que eles são. Desta forma representava a sabedoria de Deus em todas as coisas – especialmente a sabedoria de empunhar a verdade e segurar o conhecimento ante um ataque.

Agora estava se configurando um ataque coordenado pelas forças das trevas. Os dois grupos de guerreiros da luz sentiam-se preparados e recorreram às suas armas para repelir o inimigo. Assim que as forças das trevas se aproximaram, o primeiro grupo abriu seus pacotes e olharam para seu conteúdo em descrédito. Tudo estava em partes! Havia um manual com uma nota que dizia: REQUER ALGUMAS MONTAGENS. Eles não podiam sequer começar a se preparar para encontrar o inimigo e desta forma este grupo de guerreiros foi escorraçado e derrotado pelas mãos daqueles que agora podiam controlá-los. Ficaram amargos e pensavam que Deus havia os enganado com falsas esperanças e um falso sentimento de segurança. Mesmo depois de derrotados eles continuavam com seus pacotes mas acreditavam que as ferramentas eram inúteis.

O outro grupo havia aberto seus pacotes há mais tempo. Eles haviam colocado suas ferramentas juntas mais cedo e haviam praticado com elas. Isto tinha sido excelente, pois perceberam que a espada era muito leve para ser empunhada como haviam se acostumado. Perceberam que o escudo apresentava tantas opções que levaram um bom tempo até conseguirem carregá-lo apropriadamente, e a armadura era muito pesada. Com prática e meditação, eles eventualmente aprenderam como equilibrar todas as armas e estavam prontos para a batalha.

Os guerreiros notaram que nenhuma ferramenta funcionava sem que as três fossem utilizadas em conjunto. A armadura, a mais próxima de sua pele era a chave, pois de alguma forma dava a eles a sabedoria para controlar a espada e o escudo. De fato o escudo era utilizado de várias formas dependendo da situação e a espada era facilmente manuseada quando o escudo era utilizado apropriadamente. Quando o ataque começou, o inimigo encarou aquele poderoso grupo e fugiu em polvorosa. A batalha sequer existiu e os guerreiros se regozijaram com sua vitória. Não houve show algum e nenhum ferimento foi sofrido.

E assim é.

Kryon



Obra: A batalha de Anghiari de Leonardo da Vinci

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

REALIDADE OU FICÇÃO?


Quando o correto se transforma em errado...

...o errado é sempre justificado.

Todo ideal é rotulado pela hipocrisia, a honra é ridicularizada e a honestidade condenável.

A atitude é irrelevante em um mundo de verborragia e manipulação...

...o tempo passa e confunde os papéis, cria um dégradé entre o bem e o mal...

O consciente coletivo se perde, as pessoas se perdem, seguem sem rumo.

E se você pensa que esse “problema” não é seu, que estamos longe demais para dar atenção...


...o problema já bateu a sua porta, e você ainda não acordou.



“É parceiro”, continue procurando seu herói pessoal!